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3 paradigmas para quebrar antes que começar o curso de inglês

Quando decidimos aprender um novo idioma, imediatamente somos tomados por uma chuva de cursos de inglês com o melhor método, melhor material, o menor esforço e o tempo recorde para fluência. E vamos nos que mais convém, muitos acabam entrando numa fria por se deixar levar pelo entusiasmo. Listamos três grandes exaltações que são vendidas por aí, e vamos frear um pouco essa onda que aprender inglês vai ser fácil e sem esforço.

3 paradigmas para quebrar antes que começar o curso de inglês – Mulherzinhas

“Aprenda inglês em 12 meses”

Você pode evoluir muito dentro de 12 meses estudando a língua inglesa, pode até ver todo o conteúdo necessário para se comunicar bem. Mas em 12 meses é quase impossível um aluno ficar fluente, o processo para aprender a língua inglesa é constante e mesmo depois da finalização do curso há novos aprendizados e novas palavras.  Além disso é importante aprender a gramatica e a oratória, aprender uma sem a outra não faz muito sentindo e você ainda adquiri um conhecimento limitado.

“Faz só conversação”

Essa ideia é uma das mais vendidas e falhas, entende-se que o curso de conversação irá te deixar fluente e você conseguirá se comunicar sem nenhum problema. Mas na verdade não há como separar a conversação da gramatica durante a aprendizagem, além disso quem insistir nesse método pode ter consequências, pois toda gramatica entrará no aprendizado como uma “decoreba” e o aluno não vai entender de fato o porquê da estrutura gramatical.

Quem deseja usar a língua inglesa profissionalmente vai ter que se submeter a exames como Cambridge FCE, Toefl e Ielts, são necessários conhecimento completo para realizar esses exames. Por conta disso é necessário a aprendizagem completa.

3 paradigmas para quebrar antes que começar o curso de inglês – Mulherzinhas

“É preciso ter dinheiro para aprender inglês”

Aprender inglês tem mais a ver com o desempenho e motivação do aluno do que com a qualidade do curso, lógico que a qualidade importa, mas hoje em dia elas são supervalorizadas e nós acabamos esquecendo do esforço que é necessário. O interesse é o combustível para quem deseja de fato se tornar bilíngue, o curso/escola funciona como um guia, ele vai te orientar, mas não vai conseguir estudar para você, então se apegue a ideia que aprender inglês depende mais de você do que no curso que você se matriculou. Além disso, é possível se desenvolver usando apenas materiais da web, hoje a quantidade de vídeo-aulas e e-books é muito ampla.

Verifique na empresa em que trabalha se há alguma política de incentivo e capacitação profissional, pois quando o inglês faz parte do cotidiano dos negócios muitas empresas optam por oferecer inglês in-company, que é um curso grátis ou com custo bem baixo para o funcionário. Quando a empresa oferece esse tipo de benefício, geralmente ela exige um bom desempenho do funcionário e relatórios periódicos de evolução.

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