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Dia D.

Atenção. Uma prévia do que rolará amanhã. Anotem.

De um lado, gente afirmando autossuficiência e alegando que a data é brega, mas pensando em ligar para o ex e segurando o choro.

D’outro lado, a namorada que grita felicidade, mas que semana passada pediu pelo amor de deus, que o parceiro reconsiderasse o tempo.

Com as Redes Sociais e o ápice da superexposição, vale lembrar que nem tudo que reluz é ouro.

O Dia dos Namorados é uma data como todas as outras (Natal, Dia das Mães e cia.). Comercial ou não, os casais acabamos rendidos e isso é válido.

A dica é a mais simples possível. Curta se tiver com quem curtir, evite a dor de cotovelo se estiver sozinho.

Por mais bem resolvido que você seja, não teça comentários do tipo “Ai, que data brega. Nossa, quanta frescura”. Isso soa como recalque e, sejamos sinceros, por menos romântico que seja, você daria o braço a torcer se tivesse um par, certo?

Solteiros, sejam solidários com quem está flechado e aguentem firme. Isso inclui não ceder ao lado deprê da data. Nada de pensar no ex ou ficar chateado.

Na outra ponta, temos os casais. Pombinhos, aproveitem com moderação. Esse negócio de gritar felicidade aos quatro cantos tem mais a ver com desespero do que com amor. Declarações sim, excessos jamais.

No fim das contas, o 12 de Junho é só mais um dia e a gente tem outros 364 (esse ano, 365). Deguste-o.

PS: Feliz dia aos (e)namorados, incluindo o meu.

Colunista de hoje:

FlahIIFlah Queiroz – Branca de Neve que adora um blush. Bela Adormecida com insônia. Cinderela que não abandonaria o sapato predileto. Bela com vocação para Fera. Chapeuzinho chegada em lobo mau. Viciada em finais felizes e avessa ao sentido literal das coisas. Como diria a melhor amiga: Nem mulherzinha, nem mulherão… Mulher sem medida. Quase-publicitária, quase-escritora, quase-romântica, quase-bonita… Obstinada por inteiro. Blog: Relicário. Twitter: @flahqueiroz

2 Comments

  1. Não gosto de quem posa de inteligente, culto e letrado. Mesmo porque por mais inteligente, culto e letrado que você seja, cá pra nós, tenho certeza que vez ou outra passa os olhos na Contigo. Ou em qualquer site fofoqueiro. Ou na coluna social. Ou no Faustão. Ou no Big Brother. Além disso, não acho que assistir baboseiras seja atestado de inteligência e/ou esperteza. Eu, por exemplo, vejo o Big Brother pra rir. Leio livros que os mais intelectualizados (?) condenam para relaxar, me divertir, esquecer um pouco as asperezas da vida. A verdade é que tem muita gente fazendo pose por aí, mas lá no fundo adora ouvir uma música brega. Mas esse já é outro assunto. Hoje eu quero falar da Maria.

  2. Mari Mari

    Verdade. Seguirei as dicas. :p

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