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Conectados!

‘Julieta não vivia online.E Romeu não seguia qualquer avatar bonitinho que encontrasse no twitter.Por isso morreram se amando.’

Relacionamento virtual: se você não teve, conhece alguém que se arriscou.

Deixamos de lado os beijos e o tato e deleitamo-nos ao que é possível: teclado, @, webcam. E assim a perfeição é construída pela falta… A falta de proximidade para desvendar os pequenos defeitos, a falta de convivência para perceber implicâncias e crises… A descoberta é encoberta pela tecnologia, inquietando o querer.Namoro-na-internet

Sentimento arquivado em pastas, o amor num pen drive… Reflexo da vida moderna e hiper conectada. O querer representado por uma maçã mordida, alusão ao pecado do desejo que desperta.Até onde isso é saudável? Até que ponto vale a pena não entregar os pontos?

Eu mesma já conheci pessoas incríveis, inteligentes e apaixonantes via internet. Ênfase para o CONHECI. Sou do tipo que não faz tipo e só encara o virtual na expectativa de torná-lo real…Muitos, no entanto, vivem (vivem?) histórias longas, complexas e meramente virtuais. Sei de casos que duraram meses para no fim, terminarem com um coração partido e um fake descoberto. MEDO!

Daí a pergunta: vale a pena encarar a comodidade de uma tela de computador em busca de um grande amor? É amor se a gente desliga quando os olhos reclamam do monitor?Levanto essa questão justamente porque sou a favor da interatividade nas redes sociais, desde que ela renda alguma coisa para a vida real.

E você?

PS: A autora desse texto acaba de completar 4 meses de namoro com um certo avatar com quem trocou 140 caracteres por meses, até combinarem um café.

PS 2: Cricri e com o costume de falar de si na terceira pessoa, ela anda se surpreendendo com perfis que, apesar de populares e cheios de ‘amigos virtuais’, nunca foram vistos pessoalmente ou via webcam… Ou seja: cuidado, existem fakes onde a gente menos espera.

One Comment

  1. Jahm Jahm

    Vale a pena sim…
    Conhecí meu marido num chat… Namoramos a distância, noivamos “a distância” até casarmos e eu me mudar para o Estado onde ele vivia.
    É uma loooonga história, mas que há 6 anos tem dado muito certo. rsrsrsrsr

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