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Amor do tipo fast food

Fulana publica uma foto onde aparece apaixonadíssima pelo carequinha. Dois meses depois, pelo roqueiro. Um mês depois, pelo japa. Três meses depois, pelo tatuado.

Tudo bem trocar de par todo mês, mas precisa criar um álbum para cada um?

Acho que quando o amor é fast food, não vale a pena postar no Instagram e alardear por aí. No fim das contas, a pessoa já teve mais amores eternos do que eu tive pares de sapato.

E não, não estou me metendo na vida alheia, ela é que anda escancarada demais.

Querida fulana, ame mais seu par e menos o amor. No desespero por encontrar a metade da laranja, parece que você anda confundindo caroço com gominho.

Todo mundo quer um amor, mas alguém que encontra o grande amor uma vez por mês só pode estar confundindo as coisas. Como eu disse, deve amar o amor e não o parceiro.

Maitena

Colunista de hoje:

FlahIIFlah Queiroz – Branca de Neve que adora um blush. Bela Adormecida com insônia. Cinderela que não abandonaria o sapato predileto. Bela com vocação para Fera. Chapeuzinho chegada em lobo mau. Viciada em finais felizes e avessa ao sentido literal das coisas. Como diria a melhor amiga: Nem mulherzinha, nem mulherão… Mulher sem medida. Quase-publicitária, quase-escritora, quase-romântica, quase-bonita… Obstinada por inteiro. Blog: Relicário. Twitter: @flahqueiroz

One Comment

  1. Carlos Campos Carlos Campos

    Curioso ou nao a uns anos eu escrevi um texto sobre amores do tipo miojo, nunca publiquei ele, sou meio auto introspectivo, mas de fato o amor se tornou um bem pouco duravel, e substituido com bastante facilidade, principalmente nos tempos de facebook.

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