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A inteligência, o sofrimento e o eterno jogo de xadrez…

Quando a Ana me propôs esse tema achei que seria fácil colocar as idéias para fora em palavras, mas meus caros amigos, é difícil, porque ser inteligente é também não se vangloriar do saber, e sim compartilhá-lo.

É triste, sem deixar de ser verdade… Pensem comigo, quanto mais sabemos das coisas do mundo, de seu funcionamento, comportamento e atuação, mais deprimido ficamos
(exceto logico, pelas coisas que nos favorecem).

 

A ignorância é uma benção, é um refúgio. Quanto mais sabemos, mais percebemos que temos muito ainda pra descobrir, e isso é deprimente… Aprender e entender são dois verbos viciantes! E o tempo de vida que temos não é suficiente pra abraçar o conhecimento do universo!

O mundo é complexo e todo seu desenvolvimento enquanto social é caótico, nisso incluímos principalmente relações como amizade, namoro, profissionais e etc…

O saber tira toda a névoa dos nossos olhos e estimula nosso pensamento crítico, e é onde começa aquela dorzinha a cada decepção. O maior problema é a expectativa de nos relacionarmos com pessoas de “vistas limpas” e saber que nem todos estão na mesma sintonia.
É difícil lidar com um mundo que poderia ser mais simples, barato e divertido de se viver, e só não é por conta de gente ignorante (em todos os sentidos)

Viver é um eterno jogo de xadrez, onde as pessoas que fazem parte do nosso cotidiano são as peças da vida, e temos que ter muito cuidado pra mover as nossas peças, nossas ações… Nossas peças somos nós e o que fazemos… Imagine-se então que dentro desse jogo, você se deixa em xeque constantemente?
As pessoas que se deixam em xeque o tempo todo são as que não tem consciência existêncial, são aquelas que foram criadas no mundo perfeito e protegido, com leite com pêra da vó e torta de bolacha da mãe, que não aceitam críticas mas adoram criticar…

Já quem joga isso constantemente, estudando táticas, bolando estratégias, sabe que em um momento ou em outro, haverão falhas de ambos os lados. Saber que somos passíveis de erro é saber a hora certa de sofrer.

A vida não nos dá chance de acertar o tempo todo, mas nos ensina que o sofrimento tem prazo de validade. E sofrer não é menos digno, mas dramatizar o sofrimento demais é coisa do pessoal criado com torta de bolacha.

A dica mais preciosa é:
Não deixe para planejar seu jogo, quando a vida te der um xeque-mate…
As vezes a derrota é como o tempo, algoz e irreversível…

 

Colunista de hoje:

Jacqueline, fisioterapeuta, 2/5 engenheira, 25 anos paradoxais entre a emoção e a lógica em guerras eternas dentro do peito. Puramente incompatível com algumas regras sociais, conceitos inúteis e tabus bizarros… A favor do caos enquanto ele ajuda a evoluir… Tive um blog um dia, hoje eu só dissipo verdades e gero polêmica no twitter. (@nerdeliciouss). Tecnologia, games, música (minha guitarra), livros, séries, cinema e tatuagens = Minhas paixões. Não se engane pela minha cara de boazinha, nem sempre escreverei o que você quer ler, mas talvez seja o que você precisa. =)

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