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O beijo na realidade

A quinta-feira da semana passada, dia 26 de junho de 2009 foi um dia de reflexão. Vários acontecimentos num só dia me levaram a pensar sobre a vida. Isso é bem clichê, mas foi o que aconteceu.


Foi o último dia de aula da minha pós-graduação e com isso encerrei dois ciclos. Primeiramente, um ciclo de vida profissional, pois meu plano sempre foi me formar em administração, passar num concurso e fazer uma pós-graduação que me traria aumento. Tudo isso com a ajuda de Deus já foi realizado, portanto, qualquer item a mais agora na minha profissão será lucro.

Encerrei também um ciclo amoroso, porque conforme já citei exaustivamente em alguns posts eu estudava com uma pessoa que ainda faz parte do meu coração, mas com a qual não tenho mais nada, então ao encerrarem-se as aulas, deixarei de vê-lo e assim será mais fácil esquecer e partir pra outra.

Na última aula, a professora deixou uma mensagem final falando de um livro que ela tinha lido que chama-se “Um beijo na realidade” de José Luiz Teron e fala da relação das pessoas com a sua própria realidade. Segundo esse autor há duas maneiras de lidar com a realidade: beijá-la ou negá-la. Muitos não agem e criam a ilusão de que as coisas irão melhorar e a diferença entre ser feliz e ser infeliz está naquilo que fazemos com as realidades encontradas. Sonho é o que se faz com a realidade enquando sonha. Ilusão é que a realidade faz conosco enquanto nos iludimos.

Ao chegar em casa fiquei sabendo da morte do Michael Jackson, artista polêmico, mas inegavelmente talentoso. A história de vida dele era um exemplo de como existem parâmetros diferentes para o que traz ou não felicidade. A sua vida polêmica teve momentos de quase sufocar a sua arte, mas não seriam os seus tormentos inspiração pra sua arte? Caso a se pensar.

Mais tarde assisti na globo um filme típico de sessão da tarde, mas que nem por isso deixa de ter uma mensagem legal. O filme chama-se Endiabrado”, e nele o personagem principal faz um pacto com o diabo em troca de sete desejos. Durante a história, ele descobre, claro, que tudo aquilo que ele desejava ter e imaginava que fosse bom pra sua vida, no final só lhe trouxe problemas. E ele então só consegue se livrar do pacto, quando abre mão de interferir na vontade de outra pessoa.

Então tudo isso me fez pensar: o que realmente nos faz feliz? Os nossos sonhos, a nossa realidade ou a maneira como conseguimos integrar os dois?? Fica a reflexão.

Eu posso dizer que sou uma pessoa extremamente feliz. Beijos a todos!!

By Duda

6 Comments

  1. Mulherzinhas Mulherzinhas

    Obrigada a todos pelos comentários
    Bjs da Duda

  2. Juliana Martins Juliana Martins

    parabéns! vc escreve muito bem….
    tô caçando a felicidade agora pois desisti de ser feliz no céu!!!! rsrsrs

  3. Cleber Pereira Cleber Pereira

    Duda, reflexão muito bem colocada… tem a ver com: “Nem tudo que queremos é o que precisamos”, objeto de um dos meus últimos posts. Adoro seu estilo, a mais sensível das Mulherzinhas… e parabéns pela Pós.

    Um beijão.

    Cleber Pereira

  4. @peppersgirl @peppersgirl

    Que legal seu blog, ainda não conhecia.
    estou procurando um tempinho para ler
    beijinhos

  5. Marcus André Marcus André

    Acho que a felicidade está em cada um de nós, basta apenas nós olharmos para dentro si, e com uma chave abrirmos as portas que nós leva a um caminho de prosperidade!

  6. @leleco_natal @leleco_natal

    O conceito de felicidade é algo que sempre nos deixa um pouco confusos. Eu na minha pífia "filosofia" de buteco diria que ser feliz é ter sonhos, buscá-los, realizá-los e frutificá-los mas nunca deixá-los. Pois uma pessoa que não tem sonhos pode ser comparada a um livro que termina antes do final, desinteressante e sem sal que está fadado a ocupar um espaço empoeirado no cantinho da prateleira da vida.

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