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Me apaixonei pelo meu P.A.

As histórias de amor sempre começam com “era uma vez” mas nem sempre o final é feliz. Não dá para saber o que vai rolar, mesmo que você leia todas as histórias aqui contadas a sua ainda poderá ser diferente.

Escrevi muitos posts sobre o ‘sumiço’ pós encontro (primeiro ou não) contado aqui por leitores. Mas no caso da leitora de hoje o que começou como um possível ‘mais um caso de sumiço’ de ambos acabou em um relacionamento (aparentemente) estável.

Nada é previsível. Nada é certo. E como diz aquele jargão “Tudo pode mudar, até o que é bom um dia muda.”

É uma história que pode levar você a refletir em sua postura diante dos relacionamentos, certo?

5 Comments

  1. se apaixonar pelo p.a eh lamentavel …

  2. Rafael de Almeida Rafael de Almeida

    Ela deu o cu para ele, gostou de ser enrabada e agora sequer pode cogitar a ideia de ficar sem levar rola no cu.
    Resumindo, piranha, foda-se

  3. Clauton Leal Clauton Leal

    acho que dpeois que os dois se apaixonarem aí vai ser a hora de o relacionamento se desgastar = façam o possível para não ficar na mesmisse e não deixar se desgastar.

  4. Bom, apesar de não concordar com todas as conclusões, uma delas define aquilo que deve ser essencial em todas as histórias longínquas entre casais, a de que o nome a ser dado pra isso é intimidade. Ela é de fato o antônimo pra solidão. Afinal, que nunca com alguém, ou alguns, nunca se sentiu só? A possibilidade de dividir não apenas os orgasmos, tira a relação de um caminho único pra transformá-la em algo mais complexo e mais trabalhos, mas que de fato, é mais prazeroso. Boa sorte menina e menino 😉

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