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Cinco histórias…Uma conclusão

Nos últimos meses tenho presenciado algumas histórias e escutado outras de garotas que conheço e que terminaram um namoro recentemente, ou estavam no processo. Não pude deixar de perceber a forma com que cada uma delas vinha lidando com a separação. Diferentes personalidades levam a diferentes reações. Enquanto uma começou a retomar o contato com as amigas, a outra já pensava nunca mais namorar e voltar à ‘putaria’ (seja lá o que ela quis dizer com isso). Da mesma forma que uma caía em depressão, a outra percebia que era hora de começar a caminhar com as próprias pernas sem precisar de alguém ao seu lado.
Visto isso, resolvi analisar sucintamente cada uma dessas situações para saber se existe algum padrão de comportamente das mulheres nesse momento da vida em que todas elas passam, nem que seja algum uma vezinha só. E advinhem só! Existe um manual para isso.

O primeiro caso se trata da ex de um amigo meu, o qual resolvei terminar para poder ficar com outras garotas sem precisar trair a sua (olha que nobre!). Logo no dia seguinte ao término do namoro, eu soube do acontecido por intermédio de uma amiga em comum. A ex convidada por SMS essa tal amiga pra encherem a cara e saírem pra se divertir, pois agora ela estava solteira. Esta é a forma mais comum que as pessas utilizam para tentar superar as dores de um término. Acreditava fortemente que todas procuravam suas amigas para lidarem com tal situação. Mas então esbarrei nos dois exemplos que seguem.

O segundo caso é sobre Patrícia, uma garota que há mais ou menos quatro anos atrás eu era apaixonado. Entretanto ela tinha um amigo que não ia muito com minha cara, e que com certa influência conseguiu nos aastar. Eu, inexperiente, não consegui lutar contra isso e deixei passar. Há três anos ela começou um namoro bastante maduro, que se estendeu até pouco mais de um mês atrás. Jurava ue até iam casar, tamanha sua paixão por ele. Todavia, como procedido por 90% dos homens (número não comprovado), ele começou a se aastar até culminar no término. Os motivos não vêm ao caso. Eles terminaram…Só que, o que ela não esperava ( e nem eu) era que seu sofrimento começasse a desgastá-la pelas beiradas e crescesse da forma que cresceu. Sim, ela caiu em depressão. Perdeu mais ou menos 6 quilos, quando o que precisava era dar uma engordadinha pra voltar à relativa gostosura de 04 anos atrás. Começou a tomar remédios pra dormir e mantém contato com ele praticamente todos os dias por telefone e MSM. Não pensa em voltar, mas também não superou o fim.

O terceiro exemplo é mais comum do que pode aparecer. Nice foi uma das garotas mais legais e interessantes que fiquei. À época nos dávmos muito bem. Mas, por diversos motivos que não cabe citar no momento, não namoramos. Essa garota, há pouco menos de dois anos resolveu sumir. Logo conclui que estava namorando. Deixei aquele ‘contato’ pra lá. Mais ou menos há um ano e meio (tempo que não consigo precisar) após o início do namoro, seu ‘marido’ descobriu que não queria mais nada naquele relacionamento e, para terminar, em um domingo à noite lhe disse que não gostava mais dela. Simples assim. Palavras dela: “-Você acredita que um dia antes ele disse que me amava?” – Típico. Tendo escutado sua história, falei pra marcarmos algo. Ela topou, mas pediu pra ser na outra semana, porque na próxima teria um aniversário para ir e provas para estudar. Tranquilamente esperei, já que naquele fim de semana também não daria pra mim. Mas na semana seguinte, o Orkut de Nice denunciava ‘namorando’ e com direito a fotos do novo affaire já no seu álbum. Seria trágico se não fosse cômico. Isto porque uma semana antes ela havia terminado um namoro de mais de um ano e me dizia que não pretendia voltar a namorar tão cedo e que tinha ótimas lembranças de solteira e queria reavivá-las.

O quarto exemplo retrata um bocado de orgulho e um pouco de insegurança. Essa mulher que não conheço há tanto tempo, mas posso dizer que pelas nossas conversas, posso traçar algo do seu perfil com certa riqueza. Ela estava ficando com um cara bem mais novo fazia pouco tempo. Dias, talvez. Porém, por uns pequenos motivos os dois se desentenderam. Apesar de, nitidamente ela estar interessada no ‘moleque’, decidiu que não ia correr nem um pouco atrás dele e ainda ia largar aquela início de relacionamento logo de uma vez, antes que começasse a gostar mais e ficasse ‘boba’. Além de preferir as coisas de modo mais fácil. Pelo que percebi, ele também não correu atrás. Azar dele ou dela? Sou suspeito pra falar. Não dispensaria aquela mulher tão rápido assim. Sim, eu correria atrás. Lutaria, se é isso que você quer saber.

O quinto e último caso merecia um texto inteiro para explicar com maiores detalhes todo o ocorrido. Penso até me escrever sobre ele depois, mas para o assunto em questão, umas poucas palavras serão o suficiente. Conheci Carolina dois das após um dos términos do seu namoro decadente com um cafa metido a esperto. No meio desse vai-e-volta dos dois, entrei na história e me instalei por lá. Isso mesmo que está pensando. Tratava-se de uma traição. No início confesso que gostava dela, mas com o tempo acabei ficando pela diversão. Ou seja, fizemos o caminho contrário, pelo menos eu fiz. Até que um dia (pulando grande parte da história) ela me ligou dizendo que ele terminara com ela de vez na noite anterior. Não pense que fiquei feliz. A diversão estava para acabar. Eu era o substituto óbvio para o cargo e não estava nem um pouco disposto a dar uma de namorado. Não conseguiria confiar. Além dela ser carente de atenção, disponibilidade e conforto. E não costumo conseguir complementr tais necessidades. Não neste momento. Mas isso não vêm ao caso. O que aconteceu em seguida foi duas tentativas dela de me encontrar durante a semana. Duas tentativas que se mostraram impossíveis para mim, já que em uma delas eu estava no trabalho e na outra, preso no trânsito. Apesar da sua insistência, tive que dizer ‘Não’. Depois disso, ela resolveu sumir. Quando perguntei o que havia acontecido, inicialmente a resposta foi que estava tudo normal entre nós. Perguntei de novo. Então obtive a resposta por depoimento.Dizia, entre outras coisas, que queria passar a andar com as próprias pernas, sem depender de mais ninguém e que estávamos livres para conhecer outras pessoas, que não estávamos presos um ao outro. Um dia, talvez eu explique o porquê da minha resposta. Apesar dos motivos serem óbvios, qualquer um mandaria um depoimento diferente do meu. Mas eu não estava ali pra isso e devolvi um simples ‘OK’. Foi isso mesmo. Eu já participara de jogos assim e conhecia todo o resto da história que viria. Não estava interessado em fazer parte do enredo. Sendo assim, me retirei. E para provar que não errei, por volta de duas semana depois, Carolina estava de namorado novo e mostrando pra todo mundo nos lugares que frequentava. Inclusive naqueles em que seu ex-ainda-fresco estava. Neste caso da Carolinha e seus três maridos, a menina termina com o namorado, com o amante e começa sua história com uma terceira pessoa que aparentemente era um desconhecido aos seus pares.

Com estes cinco exemplos e uma breve pesquisa de campo, pude constatar que toda pessoa, não só as mulheres passam por todas essas fases após o término de um relacionamento. A diferença é, quanto tempo cada uma permanece em cada fase.

As cinco fases são:

  • Largar de mão (após última tentativa)
  • Deprê (ou lamentos)
  • Procurar as amigas
  • Arrumar um ‘reserva’ (que pode ser o próximo titular)
  • Encontrar substituto oficial.

As coisas costumam seguir esta ordem, mas uma ou mais fases podem passar tão rapidinho que se tornam imperceptíveis, enquanto outras podem durar tanto que parecem permanentes. Vide exemplos dados anteriormente. Já os homens, ou sua maioria, passam muito rápido por cada uma das etapas sendo que, ‘procurar os amigos’ e ‘arrumar uma reserva’ são quase uma constrante na vida de cada um e, costumam ocorrer simultaneamente. A fase ‘encontrar um(a) substituto(a) oficial’ seria o fim do ciclo, mas conhecido como namoro. E quando esta termina, ou volta-se à primeira fase ou temos o que chamamos de ‘casamento’. Isso não garante que a pessoa esteja livre de passar por todo aquele processo de novo. Garante apenas maiores perdar caso não dê certo dessa vez.

Texto enviado pelo leitor: Vinícius do blog Judas Carioca, vale a pena seguir no Twitter @vinimendonca


2 Comments

  1. Luciana Vila Real Mendes Luciana Vila Real Mendes

    Não concordo com o Silvio. Isso vária muito de mulher pra mulher, da dependência que o homem provoca no relacionamento, grau de instabilidade da pessoa além do costume ou não de ficar solteira. Muitas variáveis não manipuladas para se obter essa regra. Tenho inclusive diversos exemplos práticos que comprovam tais diferenças de reações.

  2. Silvio Koerich Silvio Koerich

    As mulheres lidam muioto melhor com fim de relacionamentos. Elas tem mais suporte das amigas, podem ficar com outros rapidamente porque a quantidade de pretendentes é fácil de achar, tem mais força emocional e são mais frias e insensíveis que os homens.

    Por isso nem ligo quando elas terminam, elas vão e arranjam outro na velocidade da luz

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