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Nunca mais o procurou. Ele nem sentiu falta. #curtaconto

Tem pessoas que adoram jogar. Neste caso refiro-me a joguinhos de amor. Sempre manifestei minha opinião sobre o assunto, ou seja, tenha MEGA POWER preguiça desse tipo de joguinho.

A leitora de hoje mandou a seguinte história (que tem a ver com os tais jogos):

“Mulherzinhas, estou saindo com um cara que literalmente não sabe o que quer. Nosso caso não passa realmente de um ‘caso’. Resolvi então seguir os conselhos de algumas amigas e comecei a fazer jogo para que ele sentisse minha falta e resolvesse ficar sério comigo. Passei então a não responder sms assim  de cara, tipo demorar para responder. Quando ele ligava eu não atendia logo ou deixava chamar até ‘cair’. Tudo isso segundo minhas amigas ia mostrar pra ele que não estava assim à sua ‘disposição’ e o faria valorizar o relacionamento comigo. Bom, daí que resolvi não mais ligar nem mandar mensagens pra ele. E sabe o que aconteceu? NADA. Ele simplesmente sumiu. Será que o ideal é realmente ser sincera e viver o momento. Acho que esses joguinhos na verdade não estao é com nada hein. =/”

Eu sou sempre da opinião que HOMEM QUANDO GOSTA faz tudo para estar com você. Ponto.

One Comment

  1. Douglas Douglas

    Penso que ao conhecer alguém que nos provoca sensações que nos fazem sentir atraídos por essa pessoa, ficamos com a “esperança” de que essa outra pessoa sinta o mesmo. Suponhamos que, por alguma razão ou outra, conseguimos ficar com essa pessoa. Se foi bom, isso acaba nos levando a “pensar mais a sério” sobre essa pessoa. Como aquela “esperança” se tornou algo mais palpável (por ter conseguido ficar com essa pessoa), você vai atrás dessa pessoa. Ela não responde na primeira vez. Nem na segunda, nem na terceira nem na enésima vez. Pode ser que essa pessoa, simplesmente, não lhe queira para algo mais sólido. Aí entramos no problema do caso narrado: e se essa pessoa nos quer, mas por fazer esse “jogo” não nos deixa saber isso? Quem procura não tem como ter certeza se a pessoa procurada quer algo mais sério ou não. Então, eu concordo com o que o cara fez – temos de ser egoístas. Não falo sobre um egoísmo “mau”, e sim aquele que nos faz pensar em nós mesmos de modo a não nos prejudicarmos à toa. Se esse jogo é bom ou não, cada um deve decidir por si.

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